terça-feira, 29 de maio de 2012

Visita de Estudo a Cascais e Sintra



No dia 4 de maio de 2012, a nossa turma foi a uma visita de estudo a Cascais e a Sintra. Partimos de Torres Vedras por voltas das 9h05.

Em Cascais visitámos o Museu do Mar às 11h10, enquanto esperávamos pelas 12h30 a hora da visita à Casa das Histórias de Paula Rego.

No Museu do Mar realizámos uma visita ao seu interior, onde podemos observar réplicas de várias espécies marinhas e um conjunto de focas embalsamadas, das quais soubemos a história.

Depois fomos à Casa das Histórias de Paula Rego. Enquanto esperávamos para entrar, aproveitámos para socializar com os rapazes da turma de eletricidade, com quem nos demos muito bem durante toda a visita de estudo. Durante a visita guiada, realizámos várias atividades que nos ajudaram a desenvolver o nosso sentido de interpretação, capacidade criativa e sentido de estética.

Às 13:30 fomos ao Parque Marechal Carmona, onde almoçámos. Enquanto “piquenicávamos”, vários animais “não identificados” (pombos, pombas, patos, patas, pintainhos, galos, galinhas, pavões), chatearam-nos durante toda a refeição, porque cometemos o erro de lhes dar comida.

Todos levaram almoço de casa, menos o menino “Teco”, que andou a “pedinchar” comida a todas as turmas (incluindo à stora de Português).

Acabada a refeição, fomos para o autocarro e dirigimo-nos a Sintra. Durante a viagem estávamos todos com muito sono. Quando chegámos, saímos do autocarro e tivemos alguns minutos para ir beber café.

De seguida, reunimo-nos frente ao Palácio Nacional de Sintra, onde vimos um rapaz a andar de bicicleta com um capacete e óculos de moto.

Após a reunião de toda a malta, iniciámos a viagem rumo à Serra de Sintra. Andámos MUITO, MUITO, MUITO… Passámos pela Quinta da Regaleira, que tem um jardim muito bonito, com várias espécies de flores, caminhámos até ao Palácio de Seteais, onde observamos o Palácio da Pena e uma bonita vista (que só alguns conseguiram ver) e onde petiscamos e convivemos mais um pouco.

Antes de iniciarmos a viagem de regresso a Torres Vedras, alguns de nós foram comer queijadas de Sintra e beber ginjinha. No decurso da viagem uns dormiram, outros ouviram música e outros jogaram às cartas.

Chegámos a Torres Vedras por volta das 18h10 e cada um de nós foi para casa.

Na nossa opinião esta visita de estudo correu lindamente e foi espetacular! Podemos repetir e de novo com a turma de Eletricidade!?

Concurso Palavras Sentidas…

   Na aula de Português, foi-nos dado a conhecer o Projeto Palavras Sentidas, dinamizado nas escolas do concelho de Torres Vedras e de Lourinhã.



   Atendendo ao meu gosto pela escrita, desde logo senti um enorme desejo de participar. Pus mãos à obra e, imaginem só, um dos meus poemas foi o premiado, “Consciência”.     A arte de escrever deve ser sempre privilegiada. Ao escrevermos, temos a possibilidade de ver a vida de outra perspetiva, deixando apenas fluir os nossos sentimentos…

Espero que apreciem!

Pedro Fialho
19 de abril de 2012

Consciência
Quero gritar por todos os pensamentos que deixei espalhados,
Porque se assim for, não existirão quaisquer provas da minha existência.
O futuro que eu devia ter agarrado está agora dividido entre a liberdade e a dignidade.
Oh! Como eu queria eliminar esta minha imagem distorcida!
Queira eliminá-la, pois sei que ela é o meu limite.
Já não existem dias neste calendário, nem imagem que possa refletir tanta ganância.
Escrever e apagar;
Apagar e rescrever;
Tudo isto apenas para recordar,
Reviver.
Porque guiado por este sentimento,
Sentimento este a que me entreguei de corpo e alma,
Passei a sentir a falta de todos os outros sentimentos que abandonei.
Essa falta é na verdade um vazio,
Por sentir esse vazio, choro e
Um coração que chora é um coração
Triste e solitário.
Pedro Fialho

Para quê…
Se a vida não é uma guerra porque é que temos sempre de batalhar?
Se a vida não é uma guerra porque é que tentamos sempre sobreviver-lhe?
Se a vida não é uma guerra porque é que temos sempre de nos defender?
Se a vida não é uma guerra porque é que temos sempre de lutar por nós e por aqueles que amamos e nos são importantes?
Para quê tanto sofrimento?
Para quê tanta miséria?
Para quê tanta fome?
 Para quê tanta destruição?
Para quê tanta morte?
Para quê tanta desgraça?
Para quê tanto batalhar?
Para quê tanta ganância?
Para quê tanta arrogância?
Se mais tarde ou mais cedo,
Todos morremos,
E nada levamos,
Desta vida que vivemos,
A não ser o mal que fizemos.
Pedro Fialho

Um Poder Chamado Palavra


No passado dia 30 de janeiro, no âmbito da disciplina de português, fomos assistir no Grémio de Torres Vedras a um teatro poético, com nome “Um poder chamado Palavra” de Nuno Miguel Henriques.

Esta atividade teve como objetivo promover a poesia, onde foram declamados alguns poemas de poetas do séc XX, como por exemplo: Fernando Pessoa, Álvaro de Campos, Augusto Gil, António Aleixo, Florbela Espanca, entre outros.

Nós fomos para o espetáculo com ideia de que iria ser uma coisa monótona e um pouco aborrecida, no entanto acabou por ser um espétaculo bastante animado, também pelo facto do senhor ter interagido com a plateia de uma forma engraçada.

Demonstrou que a poesia não é só feita de frases tristes, que nos fazem pensar ou até mesmo ficarmos a saber ainda menos sobre ela, mas sim que é um dom chamado escrita e que houve, e certamente há, muitos bons poetas portugueses.

A poesia não só nos faz pensar, mas também rir, seduzir e emocionar.

Nós gostámos muito do Teatro Poético, mas achamos que teve uma duração curta, mas foi bastante enriquecedor, para podermos ter outra perspetiva da poesia.

30 de janeiro de 2012...












Encontro com Rui Carreto

No dia 26 de Abril a Biblioteca da nossa Escola organizou a apresentação do livro “Livrolândia”  do autor Rui carreto , que se apresentou aos alunos. Este deu-nos a conhecer um pouco da história do seu livro, que se passa numa biblioteca onde os livros ganham vida à noite e que ficavam vivos se fossem lidos. Relatou-nos, ainda, que dois livros, que nunca são lidos e folheados por ninguém, tentam fugir para um lugar melhor, chamado Livrolândia.         


 De início estava um pouco nervoso. Falou-nos sobre a sua inspiração para escrever o livro, um pouco sobre a sua história de vida, como aprendeu a ter interesse pela leitura e dos seus projetos futuros


No fim da sessão, ainda, reservou um pouco do seu tempo para autografar alguns exemplares e contactar mais de perto com os alunos e os professores.


Foi um momento bastante agradável e ficámos bastante curiosos para ler o livro por ele apresentado.

Exposição - Diário Gráfico


Atendendo a mais um pedido da professora de Português!, aceitámos montar uma exposição com os nossos textos autobiográficos, que, no geral, ficaram muito bons, como sempre!

Parte da exposição visualizada
Nesses trabalhos, tínhamos de expor dois dias da nossa vida que nos tivessem marcado significativamente. De início achámos que ia ser mais uma tarefa secante e tivemos alguma dificuldade em saber como e o que fazer, mas afinal foi bastante giro e deu para nos rirmos bastante, quando os apresentámos à turma.

            Pshiuu…

Ao montar a exposição, três dos colegas da turma descobriram qual o carro da professora de Português, porque foram buscar o material e qualquer dia vão aparecer-lhe os pneus furados.

CUIDADO!!!

Lol…
Toda a exposicão

Dezembro, 2011